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02/08/2017

CEEE-GT recebe propostas para ampliação da PCH Bugres até 14 de agosto

A Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica (CEEE-GT), recebe, até 14 de agosto, propostas para a ampliação da PCH Bugres, localizada no município de Canela (RS). O valor estimado do investimento, integralmente financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), é de mais de R$ 43 milhões. O projeto vai aumentar a potência da PCH de 11,12 MW para 19,2 MW, com a adição de um novo grupo gerador, além de modernizar equipamentos da usina e de sua subestação. As informações sobre o processo licitatório estão disponíveis em www.ceee.com.br ou pesquisando pelo número 6000000456 neste link.

A PCH Bugres está em operação desde 1952 e baseia-se na transposição entre as bacias hidrográficas do Caí para a do Sinos: a vazão do rio Santa Cruz, que corre em altitude de mais de 700 metros, é regularizada pelas barragens da Divisa, do Blang e do Salto, localizadas no município de São Francisco de Paula (RS), e conduzida através de um túnel para o vale do rio Santa Maria, em Canela. A usina está situada no fundo do vale, junto à confluência do rio Santa Maria com o arroio Bugres. Além do incremento na potência, a ampliação da PCH Bugres reafirma o compromisso da CEEE em gerar energia com fontes renováveis e com baixo impacto ambiental.

 

Inspeção no túnel

Como parte do projeto de ampliação, a CEEE-GT realizou uma grande operação para fazer a vistoria técnica do túnel de adução de Bugres no início de julho. Uma equipe de mergulhadores verificou as condições para acesso e para o fechamento das comportas na tomada d’água. Após o esvaziamento e estabilização das pressões, equipes contratadas fizeram a inspeção com dois scanners a laser nos mais de dois quilômetros do duto.

Como foi necessário interromper o fluxo de água pela estrutura para fazer a inspeção e, para mitigar quaisquer reflexos que a suspensão da transposição entre bacias pudesse causar, a Companhia trabalhou em parceria com os usuários da água, prefeituras e órgãos ambientais. Foram tomadas medidas para preservação da fauna íctica no reservatório de Canastra, que havia sido esvaziado para a realização de atividades de manutenção. Com a interrupção da vazão, as usinas de Bugres e Canastra ficaram sem operar durante sete dias, período que também foi aproveitado para trabalhos de manutenção preventiva.

Fonte: Letícia Jardim (texto) e Fernando C. Vieira (foto).

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