Home» Sala de Imprensa » Opção pela tarifa branca passa a valer a partir de janeiro

31/12/2017

Opção pela tarifa branca passa a valer a partir de janeiro

Com a chegada do novo ano, alguns clientes de energia elétrica poderão optar por uma nova possibilidade de faturamento do consumo. Entra em vigor no dia 1º a tarifa branca, uma modalidade alternativa de faturamento da energia elétrica, que tem variação no preço de acordo com o horário em que é utilizada: entre 22h e 17h (chamado horário fora ponta), haverá redução de 16% no valor do kwh em relação à tarifa convencional praticada pelas concessionárias. Em compensação, no intervalo entre 17h e 18h e entre 21h e 22h, será cobrado o valor intermediário, que terá um acréscimo de 21%; e, no horário de pico – entre as 18h e as 21h, o acréscimo chegará a 83% (veja valores no gráfico). Sábados, domingos e feriados, aplica-se a tarifa reduzida.

O objetivo é equilibrar o consumo no horário de maior demanda por energia, beneficiando o cliente cujo perfil estiver mais adequado às necessidades do sistema elétrico. Por isso, segundo o diretor de Distribuição do Grupo CEEE, Júlio Hofer, é fundamental que cada pessoa analise seu próprio perfil de consumo, para evitar que, na tentativa de reduzir sua conta, acabe comprometendo um percentual maior do orçamento neste serviço. “Buscar se informar é essencial. Os clientes da CEEE podem procurar as agências de atendimento presencial para avaliarem qual modalidade atende melhor seus interesses, lembrando que, neste primeiro momento, a alternativa é válida apenas para quem tem consumo médio superior a 500 kwh/mês”, orientou Júlio Hofer. Para quem tem consumo médio mensal superior a 250 kwh, a tarifa branca fica à disposição a partir de 2019 e, em 2020, se estende a todos os consumidores.

A medida é uma alternativa à tarifa convencional e não pode ser aplicada aos clientes beneficiados pela tarifa social de baixa renda, de iluminação pública e da modalidade pré-pago nos lugares em que as concessionárias oferecem essa forma de faturamento. Os custos da substituição do medidor são das distribuidoras, mas o cliente precisa estar com seu padrão de entrada de acordo com as exigências técnicas estabelecidas; do contrário, terá de arcar com este custo. A partir da solicitação de alteração, a Empresa tem 30 dias para efetuar a troca do medidor. Se houver arrependimento, é possível retornar ao sistema antigo – e neste caso a concessionária também tem prazo de 30 dias para fazer a troca. Uma terceira solicitação por parte do cliente só poderá ser efetuada 180 dias após o primeiro pedido de mudança de modelo tarifário.

Fonte: Andreia Fantinel (texto) e Divulgação/Grupo CEEE (foto)

Grupo CEEE

Todos os direitos reservados ® 2016