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Áreas da CEEE são usadas para plantio por famílias de Canoas

Projeto Alimentar segue moldes do Semear, em Cachoeirinha, que colheu mais de 190 toneladas de alimentos na última safra

Por admin / Publicado: 17/11/2010 Última modificação: 18/10/2019 16h27

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Começou a ser implantado oficialmente nesta quarta-feira, 17, o projeto Alimentar, que prevê o uso da área sob as linhas de transmissão da CEEE, em Canoas, para plantio de hortigranjeiros. Os participantes colocaram mourões para o cercamento da área, que, nesta primeira fase, permitirá o trabalho de 15 famílias, em 140 metros de extensão entre uma torre e outra. Segundo a secretária de Desenvolvimento Social de Canoas, Márcia Falcão, o primeiro grupo foi escolhido em função da proximidade com a área em que os produtos serão cultivados e da organização que já apresentava.

Um dos coordenadores da implantação do programa, o assistente administrativo da Secretaria de Desenvolvimento Social, Guilherme Molin, relatou que nesta primeira fase o grupo é formado por trabalhadores heterogêneos, com pessoas que já trabalharam na terra e outros que não. “A equipe toda fez um curso de produção de hortaliças no Senar para começar o cultivo da área e garantir o andamento correto do projeto”, revelou.

O contrato prevê que se chegue a 200 famílias beneficiadas, num total de 48 hectares de área. Outras regiões serão incluídas, como o bairro Fátima, que está em processo de organização da equipe que participará do Alimentar. Segundo Molin, no momento, oito famílias estão se preparando para integrar o projeto e o objetivo é, no início de 2011, cercar a área  onde será implantada a horta comunitária.

A iniciativa é uma forma de prevenir instalações irregulares nos espaços que ficam debaixo das linhas de transmissão da Companhia e na área de servidão (que varia entre 15m e 30m de distância para cada lado das torres). As invasões, além de configurarem um problema social, representam também risco para a vida de quem permanece sob os equipamentos e cabos. Estimativas da Divisão de Regularização Fundiária da prefeitura de Canoas indicam que pelo menos 2 mil pessoas morem embaixo de linhas de transmissão no município.

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