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CEEE assina termo para regularizar Vila Santo André

Documento prevê responsabilidade de todas as partes envolvidas para qualificar e legalizar a rede

Por admin / Publicado: 19/09/2013 Última modificação: 18/10/2019 16h28

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A CEEE Distribuição assinou, nesta quinta-feira, 19, termo de cooperação que permite a regularização da energia elétrica na Vila Santo André, zona Norte de Porto Alegre. O documento foi assinado pelo diretor de Distribuição, Rubem Cima, pelo prefeito em exercício da Capital, Sebastião Melo, pelo diretor Administrativo do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), Elir Domingo Girardi, e pela presidente da Associação de Moradores da Vila Santo André, Lia Kaiser Paim.

O acordo prevê compromisso de todos os envolvidos. O Daer, proprietário da área, permite o ingresso da CEEE para a instalação da rede. A Companhia se responsabiliza pela conclusão do serviço no prazo de seis meses, durante os quais a prefeitura arcará com os custos da energia consumida pelos moradores. A comunidade se compromete a, ao fim deste prazo, pagar pela luz que utilizar. Segundo a presidente da Associação de Moradores, Lia Kaiser Paim, a conquista é resultado de mobilização popular e mudança de postura. “Deixamos de procurar culpados e buscamos assumir juntos as responsabilidades”, afirmou.

O diretor de Distribuição da CEEE, Rubem Cima, ressaltou que a assinatura do termo é apenas um passo. “O compromisso que as partes estão assumindo neste ato é o que tem de mais importante. Cada um vai se responsabilizar por uma coisa e a conquista só será completa se todos cumprirem seus papéis”, alertou. Segundo ele, além da regularização da energia, a CEEE também vai acompanhar o comportamento do consumo, a fim de orientar os clientes sobre como devem usar racionalmente o serviço.

Para a população, a energia elétrica regular vai trazer mais segurança à comunidade. A dona de casa Janaína Vieira Bueno Leal, 35 anos, confia que a qualidade será melhor e os riscos diminuam. “Agora, a gente não vai ficar sem luz, com criança pequena e com medo dos incêndios”, relatou. “Cada um tendo a sua ligação vai ficar mais seguro e os nossos eletrodomésticos não vão queimar mais”, complementou a também dona de casa Ana Lúcia Santos, de 33 anos.

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