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CEEE conclui manutenção nas estruturas da linha de transmissão da Avenida Ipiranga em Porto Alegre

Trabalho visa dar segurança às estruturas instaladas ao longo da via há mais de 40 anos e que sustentam uma LT de 230 mil Volts

Por admin / Publicado: 20/08/2014 Última modificação: 18/10/2019 16h28

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A Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica (CEEE-GT) concluiu, neste mês, os serviços de manutenção nas torres metálicas tubulares, localizadas ao longo da Avenida Ipiranga e que sustentam a Linha de Transmissão em 230 mil Volts existente no local. Essa linha de energia de alta tensão, que interliga as Subestações Porto Alegre 6 (Beco dos Marianos, no bairro Partenon) e Porto Alegre 4 (nas esquinas das Avenidas Ipiranga com Borges de Medeiros), é uma das mais importantes para a transmissão da energia elétrica a diversos bairros de Porto Alegre.

O objetivo deste projeto, que incluiu trabalho em 109 estruturas e onde foram investidos aproximadamente R$ 410 mil, é assegurar a confiabilidade estrutural das torres, fabricadas pela Kaiser Steel nos Estados Unidos e implantadas, há mais de 40 anos, ao longo de uma das vias mais antigas da Capital. 

 

 Segurança ao sistema e às pessoas

 

Conforme os técnicos da CEEE, os serviços realizados nas estruturas, ao longo de 10 quilômetros, beneficiam também a segurança de terceiros e, neste aspecto, destacam-se os usuários da ciclovia existente no trajeto. Segundo o relatório da Diretoria de Transmissão do Grupo CEEE, nos primeiros seis meses deste ano, o investimento realizado pelo segmento de transmissão da empresa, considerando a execução de novos empreendimentos e serviços de manutenção, chega a R$ 136 milhões. No ano passado, o total aplicado pela área em melhorias no sistema energético da transmissão alcançou R$ 205 milhões.

Os serviços de manutenção nas estruturas da linha de transmissão da Avenida Ipiranga, que iniciaram em abril último, foram realizados pela Companhia em duas frentes de trabalho simultâneas. Uma esteve a cargo da turma de Linhas de Transmissão da Empresa, que executou a recuperação de um novo sistema de aterramento, mediante a utilização de hastes de cobre enterradas até nove metros de profundidade no solo. Em paralelo a essa ação, equipes fizeram o reforço mecânico da base da torre, através da aplicação de reforço estrutural em fibra de vidro e aplicação de pintura anticorrosiva e isolante. Nesta etapa, o trabalho teve a participação da empresa contratada pela CEEE, a Bunker Engenharia AntiCorrosiva, experiente nesse tipo de proteção, já tendo executado serviços semelhantes em plataformas marítimas de petróleo.

  

Imagens desta matéria estão disponíveis para download em http://www.flickr.com/photos/grupoceee, mediante citação da fonte.

Crédito: Fernando C. Vieira/Coordenadoria de Comunicação Social/Grupo CEEE

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