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CEEE corta abastecimento irregular em bingo da Capital

Ação foi em parceria com a Polícia Civil e encontrou também dois apartamentos com "gato" no mesmo prédio

Por admin / Publicado: 06/10/2010 Última modificação: 18/10/2019 16h27

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A CEEE cortou o fornecimento de energia que estava sendo furtada por um bingo na zona Sul de Porto Alegre. A ação, em parceria com a Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes contra o Patrimônio das Concessionárias e Serviços Delegados (DRCP), resultou, também, no fechamento da casa clandestina e no recolhimento do material existente. No mesmo local, dois apartamentos também foram notificados por terem “gato”. Será instaurado um inquérito policial por furto em cada um dos casos. O proprietário do bingo não foi localizado e as tratativas para a retirada do equipamento foi feita com dois advogados.

Na hora da chegada da polícia, pelo menos 80 pessoas estavam no bingo, localizado na avenida Nonoai, e que estava sem abastecimento formal de energia desde 2007. Apenas neste ano esta foi a segunda vez que técnicos da Companhia estiveram no local realizando o corte. Em vezes anteriores, o lacre voltou a ser violado e a ligação, a ser feita diretamente da rede. O próximo passo, dentro da CEEE, será calcular o total do consumo e qual o débito foi gerado durante o período. Este valor é estimado entre R$ 2 mil e R$ 3 mil por mês.

O Ministério Público foi acionado para fazer a retirada do equipamento. A medição da CEEE apontou consumo de mais de 100 ampères em cada uma das três fases (um chuveiro, por exemplo, consome 20 ampères). O levantamento dos técnicos da Companhia mostra a existência de seis aparelhos de ar-condicionado de 60 mil BTUs, 56 lâmpadas fluorescentes de 40 watts (w), 23 incandescentes de 60w, 39 computadores, dois freezers, dois aparelhos de micro-ondas, seis televisores, uma geladeira duplex e um aparelho de som.

Além do bingo, os dois apartamentos identificados furtando energia também são reincidentes. Um deles, segundo o proprietário, tem 400 metros quadrados e um custo aproximado de R$ 200 mensais com a fatura. Para que a luz seja religada, nestes casos, os clientes precisam quitar o débito e pedir à Companhia que o fornecimento seja restabelecido.

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