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CEEE participa da Conferência Brasil Windpower

Empresa de Energia do RS divide estande no evento com SDPI, Eletrosul e Sindicato das empresas de energia elétrica.

Por admin / Publicado: 28/08/2012 Última modificação: 18/10/2019 16h28

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Para consolidar a presença do Estado nos cenários nacional e internacional do setor eólico, a Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), a Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI) e a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), participam da Conferência Brazil Windpower. Considerado o maior evento de energia eólica da America Latina e Caribe, ocorre na cidade do Rio de Janeiro, no Centro de Convenções Sulamérica, no período de 29 a 31 de agosto. No estande conjunto da AGDI, CEEE, Eletrosul e Sindicato das Empresas de Energia Eólica, ocorrerão encontros e reuniões de interesse de empresas do setor e do Governo do Estado, tornando-se um espaço importante para apresentação das potencialidades do Rio Grande do Sul para receber investimentos no setor. 

"Todos os locais propícios para instalação de parques eólicos no Estado são de fácil acesso com estradas, hidrovias, e energia, com exceção de Santa Vitória do Palmar, que já está em processo de implantação de uma nova subestação da CEEE e Eletrosul", explica o diretor de Infraestrutura e Energia da AGDI, Marco Franceschi. A viabilização desse projeto de melhoria no sistema de infraestrutura energética do sul do Estado passou a ser uma ação concreta, com a assinatura, na segunda-feira (27), na sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), do contrato de concessão do leilão de transmissão 05/2012, vencido pelo Consórcio formado com as empresas CEEE-GT (Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica) e Eletrosul (Centrais Elétricas do Sul do Brasil). As empresas serão responsáveis pela construção de um rol de obras arrematadas no Lote A do leilão realizado em junho: três subestações de 525/230 kV, 491 quilômetros de linhas de transmissão, seccionamentos e modificações nas subestações Camaquã 3 e Povo Novo, todas na região Sul do Estado. A união das duas estatais teve um caráter estratégico, com a formação da Transmissora Sul Litorânea de Energia (TSLE), uma sociedade de propósito específico cuja composição societária é de 51% da Eletrosul e 49% da CEEE-GT. O investimento de R$ 700 milhões vai permitir a instalação de usinas eólicas e de novos complexos industriais na região, além de melhorar a confiabilidade, a segurança, confiabilidade e a qualidade do sistema elétrico nacional, especialmente no período do verão. As obras vão gerar mais de 3.500 empregos diretos e a previsão é de que sejam concluídas no início de 2014. 

A CEEE tem realizado importantes investimentos na geração de energia limpa no Rio Grande do Sul. A aplicação de R$ 81 milhões no ingresso do grupo CEEE no capital social da Enerfin, empresa do grupo espanhol Elecnor, inclui a participação da CEEE em 10% do capital da holding. A Enerfin já opera e está ampliando complexos eólicos em Palmares do Sul (com capacidade instalada próxima de 200 MW) e em Osório (com 302,9 MW). A parceria inclui as unidades já em operação e as ampliações previstas nesses dois parques. Atualmente, a energia eólica é a principal fonte de energia alternativa e renovável em evidência, tanto em nível mundial como nacional. O Brasil tem grande potencial eólico e pouca potência instalada dessa fonte de energia, conferindo ao país grandes oportunidades de negócios. O Rio Grande do Sul já conta com 364 MW instalados em onze parques eólicos e representa 11% de todo o potencial eólico brasileiro. A disposição da infraestrutura do Estado viabiliza a utilização de todo este potencial, facilitando a logística para instalação de novos parques eólicos. 

No evento, estarão presentes os principais atores mundiais do setor de energia eólica. Diversos fabricantes de aerogeradores e seus componentes, pás eólicas, torres e prestadores de serviços exporão suas competências e virão em busca de novos negócios no Brasil. Além disso, durante a atividade, serão abordados temas como financiamento, mercados internacionais, avanços na tecnologia de avaliação de recursos, operação, mercado e regulação, tendências sócio-políticas, novas tecnologias, logística e fornecimento, viabilização de projetos, comercialização e mercado livre para eólica. 


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