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CEEE participa de implantação de usina de biogás com os resíduos da Ceasa

Projeto pioneiro vai usar 7,2 mil toneladas/ano de resíduos descartados pela Ceasa para geração de energia elétrica

Por admin / Publicado: 21/10/2013 Última modificação: 18/10/2019 16h28

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O Grupo CEEE, em parceria com a Ceasa e o Senai-RS, assinou, nesta terça-feira, 22, o projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D;) para a construção de uma usina modular de biogás de 660 kVA com gerenciamento remoto, atendendo aos conceitos de smart grid. O projeto é resultado de uma chamada estratégica da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) publicada no ano passado, e faz parte dos investimentos que as distribuidoras de energia elétrica devem fazer na área de P&D.; A assinatura do documento ocorreu na Fiergs, na Capital, e contou com a presença do presidente da Federação, Heitor Müller, do coordenador do Conselho de Meio Ambiente da entidade, Torvaldo Marzolla.

Pelo Grupo CEEE, assinaram os diretores de Distribuição, Guilherme Barbosa, e de Planejamento e Projetos Especiais, Luiz Antonio Tirello, que declarou que “empreendimentos desta natureza demonstram que o Governo tem incentivado projetos palpáveis para que os recursos não fiquem só na área de pesquisa”. Ele salienta que o investimento é muito importante para o Grupo CEEE, porque vai gerar uma energia limpa, além de aproveitar, anualmente, 7,2 mil toneladas de matéria que antes era descartada em aterro sanitário. Tirello acrescentou ainda que esta usina pode ser o começo de uma mudança no modelo de geração elétrica, já que o projeto é pioneiro no Brasil.

A matéria prima a ser utilizada é formada por resíduos perecíveis de alimentos não aproveitados. O valor total do projeto é de R$ 3,37 milhões, sendo destes R$ 2,6 milhões para a compra de equipamentos que serão adquiridos pela CEEE. O restante caberá ao Senai-RS e à Ceasa, responsáveis por implementar a usina desde o fornecimento da área física para a instalação, operação e manutenção, além da provisão do material para o funcionamento, como um triturador para biomassa. A expectativa é de que a unidade esteja funcionando é de dois anos.

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