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CEEE patrocina livro sobre descarte de lâmpadas fluorescentes

Lançamento ocorreu, na sede da Fiergs, em Porto Alegre

Por admin / Publicado: 20/05/2009 Última modificação: 18/10/2019 16h26

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O uso e o descarte de lâmpadas fluorescentes foi tema de uma publicação lançada, ontem (20), na Fiergs, durante a mesa-redonda "Uso e reuso de produtos descartáveis". O livro "A Questão das Lâmpadas Fluorescentes no Rio Grande do Sul", que tem o patrocínio do Grupo CEEE, foi escrito em parceria entre a engenheira química Luciane Machado Cruz e o geólogo Geraldo Mario Rodhe. Entre os apoiadores da obra estão o Banco de Resíduos da Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais e os Conselhos Temáticos da Fiergs/Ciergs - Coinfra, Codema e Citec.

O evento, realizado na tarde de ontem, contou com uma palestra da arquiteta Ingrid Utz Melere, da Coordenadoria de Sustentabilidade do grupo CEEE, que apresentou a experiência da Companhia no uso e no descarte correto de lâmpadas fluorescentes. Ingrid dividiu sua apresentação sobre

"redução do consumo de energia" com o engenheiro Antônio Carlos Pereira de Souza, representante do Conselho de Infra estrutura da Fiergs.

Participaram do evento, o diretor de Planejamento e Projetos Especiais do Grupo CEEE, Sérgio Ladniuk, representando o presidente Sérgio Camps de Morais, a

presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente – FEPAM, Ana Pellini, o coordenador do Conselho de Meio Ambiente da Fiergs, Torvaldo Antônio Marzolla Filho, o secretário de Ciência e Tecnologia, Artur Lorentz, o diretor técnico do SENAI/CETA, Carlos Eduardo Pereira, e o empresário Mário Guilherme Sebben, da Brasil Recicle, que apresentou uma proposta de reciclagem e reutilização do mercúrio das lâmpadas fluorescentes.

Livro apresenta soluções para descarte das lâmpadas fluorescentes

O livro propõe-se a expor as informações básicas sobre a contaminação ambiental passível de ser causada pelo descarte indiscriminado de lâmpadas de mercúrio no meio ambiente, bem como apresenta as alternativas para o gerenciamento do descarte destas lâmpadas pós-consumo, analisando os aspectos ambientais, econômicos e sociais envolvidos.

A lâmpada fluorescente, inventada em 1938, cujo nome técnico é lâmpada de mercúrio de baixa pressão, é responsável por 70% da luz artificial hoje presente no mundo. Elas têm eficiência luminosa de 3 a 6 vezes superior às outras lâmpadas e possuem vida útil de 4 a 15 vezes mais longa. No entanto, tem alto potencial poluidor e necessitam de políticas eficientes de gerenciamento de resíduos.

Existem pelo menos doze elementos nas lâmpadas que podem causar impactos negativos ao meio ambiente, porém, o grande vilão é o mercúrio, substância que em condições normais transforma-se rapidamente em gás. Cerca de 99% dos elementos das lâmpadas são materiais facilmente recicláveis: o mercúrio pode ser reutilizado na fabricação de novas lâmpadas e termômetros, entre outros; o vidro pode servir na fabricação de contêiner, além de poder ser misturado ao asfalto; e o alumínio, que tem múltiplas reutilizações.

A proposta do livro é de apresentar soluções para a reciclagem e para o descarte adequado dessas lâmpadas, além de propor que sejam discutidas diretrizes para uma legislação específica para manejo, transporte e destinação final desse resíduo.

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