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CEEE cadastra mais de 90 novos doadores de medula

Campanha ocorreu nesta terça-feira, no Centro Administrativo da Empresa, em Porto Alegre.

Por admin / Publicado: 22/06/2010 Última modificação: 18/10/2019 16h27

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A segunda etapa da Campanha para Doação de Medula Óssea, ocorrida nesta terça-feira, 22, no Centro Administrativo da CEEE, em Porto Alegre, mobilizou 92 colaboradores. Na primeira edição do evento, realizada em março, foram cadastrados 300 doadores. Técnicos do hemocentro fizeram a coleta de sangue dos voluntários que, a partir do resultado do exame, passam a fazer parte do Registro de Doadores de Medula (Redome), com sede no Rio de Janeiro. No início da manhã, o vice-diretor do Hemocentro, Gerson Luís Basso, fez uma palestra em que explicou a importância da atitude e todos os passos, desde o cadastro até o procedimento em caso de compatibilidade com alguma pessoa que precise de transplante. Ele salientou, porém, que a decisão de se cadastrar tem de estar acompanhada da convicção de doar.

Segundo Basso, um dos maiores obstáculos enfrentados atualmente, além da dificuldade de encontrar alguém compatível, tem sido a desistência dos cadastrados de fazer o procedimento. “É uma iniciativa que precisa ser tomada com o conhecimento da família para não frustrar a expectativa de um doente e acabar causando ainda mais danos a quem espera por um transplante”, advertiu. Ele lembrou, ainda, que a resistência de última hora é fruto do desconhecimento sobre o que acontece com o doador. “É absolutamente seguro, requer internação de, no máximo, 36 horas e até hoje não existe relato de acidente grave no processo”, ponderou.

O transplante de medula é feito a partir da retirada de parte do sangue da medula do doador (10%) com uma agulha. O material, formado por células-tronco, é implantado pela veia na medula do paciente, depois de ter sido feita a erradicação de todas as células doentes. As células-tronco entrarão no osso para iniciar a produção células saudáveis. Para Max de Melo Oliveira, da Ouvidoria, foi uma decisão pessoal e amadurecida. O fato de ter na família pessoa com problemas de saúde que não têm solução o levou a se dispor a ajudar aqueles que podem ter cura. “Não tem por que não ajudar. Quando houver opção de participar, de ajudar alguém, vou ficar muito feliz. Espero, no momento certo, estar saudável para fazer a doação”, manifestou.

O Brasil conta, hoje, com mais de um milhão de doadores cadastrados e o objetivo é alcançar um milhão e meio nos próximos meses. Já o banco de dados mundial tem 17 milhões de doadores registrados. Após assumir essa condição, é importante manter seus dados atualizados para poder ser encontrado, numa eventual oportunidade de transplante. As mudanças de endereço ou telefone podem ser informadas ao Redome pelo telefone (21) 3970-4100 ou pelo e-mail redome@inca.gov.br.

 

Quem pode doar:

Pessoas com idades entre 18 e 55 anos e em bom estado de saúde. A amostra de sangue coletada para o cadastro é de 5 ml e o material é encaminhado para a Santa Casa, onde é feito o teste de compatibilidade. Não podem ser doadoras pessoas que têm ou tiveram hepatites B e C, HIV, sífilis, doença de chagas, leucemia ou algum tipo de câncer no sangue.

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