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Entidades divulgam investimentos recebidos pela CEEE na Rede Parceria Social

A iniciativa da Secretaria do Trabalho aposta na integração entre governo, empresas e Terceiro Setor

Por admin / Publicado: 10/07/2011 Última modificação: 18/10/2019 16h27

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Empregados e diretoria do Grupo CEEE, além de representantes de entidades beneficiadas na terceira edição da Rede Parceria Social participaram segunda-feira (11), no auditório do Centro Administrativo da Companhia, do Seminário de Resultados dos Investimentos na Rede Parceria Social. No evento, foram divulgados os 38 projetos sociais elaborados e executados, em parceria com a Companhia, por quatro entidades sociais no ano passado. A rede é uma iniciativa da Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social que otimiza o uso da Lei da Solidariedade pela integração entre governo, empresas e Terceiro Setor. As carteiras – Incluindo a Memória Afro-brasileira (Fundação de Educação e Cultura do Sport Club Internacional – Feci), De Volta para Casa (Calábria), que auxilia moradores de rua, Por uma Juventude Cidadã (Sesi/Fiergs) e Vila Bom Jesus: Ampliando Espaços de Inclusão Sócio-Econômica (Instituto Nestor de Paula) – receberam R$ 1,1 milhão da Companhia.

 

Os recursos foram subsidiados pela Lei da Solidariedade, que permite a renúncia fiscal de até 75% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) por parte do governo do Estado para que empresas e entidades do terceiro setor possam aplicar em projetos sociais. Os 25% restantes são provenientes de recursos próprios da CEEE. O presidente da CEEE, Sérgio Souza Dias, destacou a importância destes investimentos com relação ao trabalho efetuado em conjunto com as comunidades, que beneficiaram mais de 2,5 mil pessoas, em ações como oficinas de arte e capacitações, entre outras. “Ações como a Rede Parceria Social ajudam a tirar da pobreza muitas pessoas. Neste ano, o Grupo CEEE dará grande ênfase às áreas social e cultural”, prometeu Dias.

 

O secretário adjunto de Infraestrutura e Logística, Claudemir Bragagnolo, declarou que, no contexto do atual fortalecimento das desigualdades sociais no mundo, os resultados obtidos pela Rede Parceria Social são motivo de orgulho a todos os diretores e funcionários da Empresa. “Espero que, em 2011, a CEEE consiga colaborar ainda mais do que em 2010. Este trabalho é fundamental à promoção da inclusão social”, elogiou Bragagnolo. O secretário do Trabalho e do Desenvolvimento Social, Luís Augusto Lara, lembrou que, apesar de já vigorar há oito anos, a Lei da Solidariedade ainda é desconhecida por muitas empresas. Esta filosofia humanista e de cidadania que a Empresa está implementando é um exemplo para todos. Nos moldes da Lei de Incentivo à Cultura (LIC), esta lei permite a dedução fiscal. Temos à disposição R$ 28 milhões, porém, por conta da falta de projetos ou empresas que os banquem, nunca conseguimos ultrapassar a marca de R$ 7 milhões. Uma das prioridades do atual governo é utilizar plenamente os recursos da Lei da Solidariedade e a CEEE, por conta de sua credibilidade, é fundamental neste processo”, enfatizou Lara.

 

O chefe do Departamento de Sustentabilidade da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social, Daltro Garcia, declarou que os resultados dos investimentos dos demais apoiadores do setor produtivo já foram apresentados nas empresas Random, Gerdau, Panvel e Dana e explicou como os projetos são selecionados: “As escolhas competem a uma comissão bem diversificada, formada por integrantes da Secretaria do Trabalho, do Conselho da Assistência Social, empresas financiadoras e entidades âncoras. Em 2010, foram 250 projetos e 18 empresas apoiadoras, que hoje trabalham ajudando entidades menores a superar dificuldades básicas”, explica Garcia.

 

Na segunda edição do Parceria Social, as empresas parceiras investiram R$ 8,5 milhões nos projetos. Representando as entidades, estavam presentes Jair Kievel, presidente do Instituto Nestor de Paula, Ana Paula Pizzinato (Sesi/Fiergs), Gilnei Bampi (Instituto Pobres Servos da Divina Providência) e Débora Silveira Grosso e Cezardo Vignocini, ambos da Fundação de Educação e Cultura do Sport Clube Internacional. Compareceu, ainda, o secretário da Justiça e dos Direitos Humanos, Fabiano Pereira.

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