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Fórum Econômico Financeiro debate setor elétrico

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Por admin / Publicado: 01/06/2009 Última modificação: 18/10/2019 16h26

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O Grupo CEEE realizou, na tarde de hoje (02), na sede da Companhia, em Porto Alegre, o 2º Fórum Econômico Financeiro. O evento, coordenado pela Diretoria Financeira da Empresa, reuniu participantes de concessionárias de energia, instituições financeiras e segmentos representativos das classes industriais e comerciais. Entre os palestrantes estavam Tarcísio Albuquerque Queiroz, Superintendente da Assessoria de Planejamento e Gestão da Estratégia da CEMIG (Companhia Energética de Minas Gerais), e Edmar da Cunha Raimundo, Gerente do Departamento de Energia Energética do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico).

As Estratégias para o Crescimento Frente à Crise e Captação de Recursos para o Setor Elétrico, foram os temas abordados nesta segunda edição do Fórum, que é realizado a cada dois meses, pela Diretoria Financeira da CEEE. Na oportunidade, Tarcísio Queiroz relatou a atuação bem sucedida da Cemig em diversos empreendimentos energéticos, evidenciando a necessidade de aprimoramentos gerenciais e operacionais que as empresas de energia devem adotar, como forma de garantir participação futura nesse mercado, cada vez mais, competitivo. Segundo ele, após a crise mundial, o setor de energia continuará crescendo e a tendência é de que os grupos melhores estruturados devam ampliar as atuações nos segmentos de geração, transmissão e distribuição do setor elétrico brasileiro.

De acordo com o diretor-presidente do Grupo CEEE, Sérgio Camps de Morais, o Fórum é uma iniciativa importante da Diretoria Financeira do Grupo, principalmente em momentos de crise, pois é uma “oportunidade de pararmos para refletir, corrigir rumos e repensar estratégias, atitudes adotadas por todas as grandes organizações. A CEEE tem o compromisso de expandir, e, para isso, precisa aprofundar o conhecimento e a capacidade de abordar esses problemas”, justifica.

Mas, para avançar nos negócios, o Grupo CEEE necessita de parceiros e de investimentos. E neste aspecto, a presença do BNDES, que possui uma carteira de investimentos na ordem de R$ 216 bilhões, tem sido muito importante. Edmar Raimundo, do BNDES, ressaltou que, nos últimos seis anos, a instituição bancária apoiou o setor elétrico com aproximadamente R$ 45 bilhões, sendo aplicados R$ 30 no segmento da Geração, R$ 7 na Transmissão e R$ 8 na área de Distribuição. No entanto, Raimundo reiterou a necessidade de alterações na legislação vigente que tem provocado alguns impedimentos burocráticos, afetando as negociações entre o BNDES e as empresas estatais. Hoje, o contingenciamento do crédito a órgãos e entidades do setor público e a Lei de Responsabilidade Fiscal constituem-se nos principais entraves legais. A flexibilidade na legislação atual tem sido pauta no Congresso Nacional, e uma prova recente disso foi a Medida Provisória 450/08, aprovada pela Câmara dos Deputados em março último, que autoriza a União a participar do Fundo de Garantia a Empreendimentos de Energia Elétrica.

A primeira edição do Fórum, realizada em abril, trouxe à capital gaúcha o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Eletrobrás, Astrogildo Fraguglia Quental, que apresentou os projetos programados pela estatal para a ampliação do parque energético do País. Estes encontro, com periodicidade bimestral, têm o objetivo de tratar as perspectivas econômico financeiras do setor elétrico brasileiro de 2009, bem como fazer a troca de experiências que ocorrem na relação com investidores e discutir os reflexos da crise mundial no mercado de energia, na visão do Estado, do país e do mundo.

 

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