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Grupo CEEE teve lucro contábil de R$ 3,5 bilhões em 2009

Resultado é o melhor de toda a história da empresa

Por admin / Publicado: 03/03/2010 Última modificação: 18/10/2019 16h26

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             O Balanço Contábil 2009 do Grupo CEEE, anunciado hoje, 03, registrou lucro líquido de R$ 3,5 bilhões, algo inédito para a organização que atuando há 67 anos nos segmentos de Geração, Transmissão e Distribuição de energia. Os resultados positivos computam para a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CEEE-D) o superávit de R$ 1,9 bilhão e, para a Companhia Estadual de Geração e Transmissão (CEEE-GT), R$ 1,6 bilhão. Já a holding Companhia Estadual de Energia Elétrica Participações (CEEE-Par), cujo maior acionista é o Governo do Estado, encerrou o ano com um lucro de R$ 2,3 bilhões provenientes da participação de 65,92% nos resultados das controladas CEEE-D e CEEE-GT.

O presidente do Grupo CEEE, Sérgio Camps de Morais, ressalta que este Balanço tem um significado histórico: a apropriação nos ativos da Companhia do chamado CRC (Conta de Resultados a Compensar), ação contra a União ganha em definitivo em 2009, que representa um crédito de R$ 4,6 bilhões. Contabilizado com deságio, este valor ficou em torno de R$ 3,4 bilhões. Segundo ele, esta apropriação torna o Grupo CEEE muito mais forte economicamente e o coloca num novo patamar como empresa: “Esta conquista foi fruto do esforço e da luta das várias gestões e governos que se sucederam desde 1993, quando foi ajuizada a ação. Na nossa gestão, colocamos como objetivo pleitear junto ao Supremo Tribunal Federal uma definição e a conseguimos”. Ele lembra que a Diretoria da CEEE esteve bastante mobilizada, participando de audiências junto aos ministros relatores Sepúlveda Pertence e Carlos Alberto Menezes Direito, trabalho que culminou com a ida da Governadora Yeda Crusius ao STF para também tratar assunto.

O secretário de Infra-Estrutura e Logística do RS, Daniel Andrade, elogiou o trabalho do setor jurídico da CEEE e reforçou a tendência de mudança no perfil econômico da empresa, pois trará retorno financeiro de longo prazo para a companhia. O secretário da Fazenda, Ricardo Englert, ressaltou que, quando o recurso se transformar em realidade (de contábil para financeiro), a Companhia terá crédito e poderá sanear seus débitos.

Já o Diretor Financeiro e de Relações com Investidores do Grupo CEEE, Caio Rocha, enfatiza com satisfação que “os valores registrados no balanço, por determinação legal, não estão sujeitos à tributação e à distribuição de dividendos”. Segundo ele, os resultados obtidos significam ganhos não só para as empresas do Grupo, como também para o Estado e para toda a sociedade gaúcha.

Também estiveram presentes no evento os diretores de Planejamento (Olavo Valendorff), Distribuição (Rogério Sele) e de Transmissão (José Francisco Pereira Braga) da CEEE e os secretários estaduais Paulo Odone, Especial da Copa, e Mateus Bandeira, de Planejamento e Gestão.

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