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Horário de Verão chega ao fim no próximo sábado, dia 20

No sábado (20), à meia-noite, os relógios deverão ser atrasados em uma hora.

Por admin / Publicado: 15/02/2016 Última modificação: 18/10/2019 16h28

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Com o fim do Horário Brasileiro de Verão, à meia-noite do próximo sábado (20) os relógios deverão ser atrasados em uma hora nos estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e também no Distrito Federal.

Conforme dados da área de transmissão do Grupo CEEE, esta edição do horário de verão trouxe ao RS uma redução de 4,3% na demanda noturna da energia elétrica. Já na área de concessão da CEEE Distribuição, um mercado formado por 72 municípios e 1,6 milhão de clientes diretos nas regiões Sul e Sudeste do Estado, a redução média da carga chegou a 3,6%, ou 50 MW (megawatts). Essa economia é resultado do desencontro no uso das cargas industrial, residencial e iluminação pública. Considerando a energia no período de vigência do horário de verão junto a CEEE Distribuição, a economia nesses 126 dias representou 0,6%. Em termos comparativos, essa economia equivaleria ao consumo de uma cidade de 40 mil habitantes, como Charqueadas ou Dom Pedrito.

O principal objetivo do horário de verão é o melhor aproveitamento da luz natural, com a consequente redução do consumo de energia, em especial na demanda do pico noturno do sistema. Segundo as previsões feitas pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), em 18 de outubro do ano passado no início do horário diferenciado, os ganhos obtidos pela redução do consumo de energia, que leva em conta todas as horas do dia, foram estimados em 1970 MW no Subsistema Sudeste/Centro-Oeste, ou um pouco menos que o dobro da carga da cidade de Brasília no horário de ponta noturna.

No Subsistema Sul, a economia revista pelo mesmo relatório foi de 640 MW, o que corresponderia a aproximadamente 75% da carga da cidade de Curitiba, no horário de ponta noturna. Em ganhos econômicos, e como exemplo, essa redução significa adiar o investimento para construção de uma usina térmica a gás natural (US$750/kW), da ordem de US$ 480 milhões ou R$ 1,9 bilhão.

 

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