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Participantes do Semear começam colheita

Projeto contabiliza até o final de março o total de produtos colhidos sob as linhas de transmissão da Companhia

Por admin / Publicado: 07/02/2010 Última modificação: 18/10/2019 16h26

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Os participantes do Semear – projeto apoiado pelo Grupo CEEE para uso das áreas sob as linhas de transmissão (LTs) para cultivo de alimentos, desenvolvido em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre – começaram, nos últimos dias, a fazer a colheita. Alguns agricultores já fizeram seus próprios balanços e têm boas perspectivas.

O agricultor Jandir de Souza Santos plantou cinco quilos de feijão e teve uma safra de 250 quilos. “Eu reduzi a área em relação a 2009, quando semeei 15 quilos. Neste ano, diversifiquei mais a produção”, analisou, acrescentando que tem lavoura com abóbora, melancia, pepino, feijão, aipim, moranga e algumas hortaliças, além de frutas e verduras. Segundo Santos, 70% da alimentação da família sai dos produtos cultivados na área cedida pela CEEE. “Só precisamos comprar itens como arroz, sal, azeite e açúcar no supermercado”, afirmou.

Geraldo Barros dos Santos está há quatro meses utilizando a terra sob as LTs e já contabiliza a economia. “Alimentos como feijão, milho, abóbora e couve não precisamos mais comprar. Tenho também uma horta com tempero, como coentro e cebolinha verde”, relatou. O agricultor, que nasceu no Ceará e está há 17 anos no Rio Grande do Sul, já colheu 20 abóboras de mais de um metro, que utiliza para fazer comida e doces e também para presentear amigos. Periodicamente, os participantes do Projeto Semear fazem cursos do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e trocam experiências e conhecimentos entre si.

No dia-a-dia, o trabalho é orientado pelo técnico agrícola Nerison Medeiros, que planeja a plantação com pelo menos 150 produtores participantes do projeto. O objetivo é fazer o melhor aproveitamento possível dos 600 metros destinados a cada produtor. Leodino Peixoto Maciel cultiva aipim, pepino, abóbora, batata doce, maracujá, feijão de vagem e ainda produz mudas. “Vamos fazendo experiências, já que os produtos são para consumo próprio. Conseguimos economizar em torno de 30% na conta do supermercado com a plantação”, disse ele. Na área, também tem cidró, cana-cidreira, maçã, goiaba e uva. Em 2009, ele colheu 800 quilos de produtos.

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