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Prejuízo do Grupo CEEE recua 40,83% em 2015

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Por admin / Publicado: 04/05/2016 Última modificação: 18/10/2019 16h28

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O Grupo CEEE fechou 2015 com uma redução de 40,83% nos resultados financeiros. Desta forma, o passivo, que era de R$ 725,4 milhões no fim de 2014, passou para R$ 429,2 milhões. Os dados estão publicados no relatório de Demonstrações Financeiras da Companhia, divulgado nesta quarta-feira (20).

Também a Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica (CEEE-GT) registrou resultado positivo, obtendo lucro líquido de R$ 84,9 milhões em 2015, uma alta de 130,32%. Com isso, houve reversão do prejuízo apresentado em 2014, de R$ 280,1 milhões. Já a CEEE-D registrou déficit de 15,50%, com prejuízo de R$ 514,2 milhões.

De acordo com o presidente do Grupo CEEE, Paulo de Tarso Pinheiro Machado, o incremento do prejuízo na área de distribuição se deve ao contexto atual do setor elétrico. Entre outros fatores, está o crescimento da receita líquida da ordem de 18%, o que não foi suficiente para cobrir o aumento das despesas, especialmente do custo de energia, que subiu 27%. Pinheiro Machado citou ainda a energia proveniente de Itaipu - contratada em dólar - e a redução média de consumo de energia de 4%. Consta ainda a inadimplência na área de concessão da distribuidora, que saltou de 1,5% para 3,2%.

Quanto à evolução de alguns dos indicadores, Pinheiro Machado destaca que isso foi possível em razão de uma série de medidas de gestão e contenção de despesas adotadas desde o início do ano passado, como a criação do Comitê de Racionalização do Gasto, a priorização de investimentos estratégicos para a Companhia e a renegociação de dívidas. Entre custos e despesas operacionais, a CEEE conseguiu economizar cerca de R$ 206 milhões em 2015 em relação ao ano anterior, sobrando um total de custos de cerca de R$ 1,65 bilhão.

Pinheiro Machado lembra que a CEEE-D precisa continuar melhorando os seus indicadores, pois teve a concessão renovada por mais 30 anos mediante o cumprimento de uma série de medidas econômicas e de gestão. A distribuidora não pode deixar de atingir os objetivos programados dentro de um espaço de tempo entre dois e cinco anos, sob o risco de perder a concessão.

O presidente comemora, entretanto, a melhoria dos índices que verificam a frequência e duração das interrupções de energia. No indicador Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC), a concessionária obteve redução de 37% de 2014 para 2015, passando de 27,45 horas/ano para 17,08 horas/ano.

Já no indicador Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (FEC), a diminuição foi de 33%: o número de vezes de interrupções passou de 17,66 para 11,70. Esses índices são os melhores que a Companhia já registrou nos últimos 15 anos.

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