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Presidente Edison Zart acompanha Governador à visita da UHE Castro Alves

O parque gerador, composto por três usinas, irá gerar 360 megawatts.

Por admin / Publicado: 13/11/2006 Última modificação: 18/10/2019 16h25

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O presidente da CEEE, Edison Zart, e o diretor de Distribuição, Luiz Antonio Leão, acompanharam, dia 13 de novembro, o governador Germano Rigotto em uma visita ao canteiro de obras da Usina Castro Alves, em Nova Roma do Sul. Na oportunidade, Rigotto destacou a participação acionária (30%) da CEEE no consórcio, ressaltando que o empreendimento é de fundamental importância para a auto-suficiência energética do Estado. A usina, com início das operações previsto para dezembro deste ano, faz parte do complexo Ceran (Companhia Energética do Rio das Antas), que inclui outras duas unidades: a Monte Claro, em Veranópolis, em operação desde o final de 2004 e a 14 de Julho, em Cotiporã, que deverá entrar em funcionamento no segundo semestre de 2008. Juntas, as três usinas vão gerar 360 megawatts (MW), o equivalente entre 8% a 10% do consumo do Estado. É o suficiente para abastecer Caxias do Sul, Bento Gonçalves e demais municípios da região da serra gaúcha. Somente na Castro Alves, estão sendo investidos R$ 190 milhões. Localizada no rio das Antas, entre Bento Gonçalves e Cotiporã, a usina, de 100 MW instalados, será interligada ao sistema por duas linhas de transmissão de 230 kV. Segundo Zart, estas obras são importantes para aumentar a oferta de energia, já que o mercado, nos últimos anos, tem crescido, em média, 5% ao ano. A energia produzida será incluída no sistema interligado, aumentando a geração de energia elétrica no Estado.

Os projetos de energia em fase de instalação no Rio Grande do Sul incluem sete hidrelétricas, dez pequenas centrais hdirelétricas (PCHs), quatro termelétricas e o Parque Eólico de Osório, com três módulos - Osório, Sangradouro (ambos já em atividade) e Índios, cada um com potência de 50 MW. Todos essas plantas juntas representam para o Estado um ganho de 2.034,2. As fontes alternativas (responsáveis atualmente por 2,9% do abastecimento, o equivalente a 120 MW) incluem, além dos parques eólicos, as usinas a carvão de Jacuí 1 (350 MW), Presidente Médici Fase C (antiga Candiota 3, também de 350 MW) e os projetos Seival (500 MW), em Candiota, e da CTSul (650 MW), em Cachoeira do Sul

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